A equipe do Play debate qual livro infantil eles transformariam em um jogo

Mentiras de P

(Crédito da imagem: NEOWIZ)





Na Play Magazine deste mês, a equipe está debatendo qual livro infantil eles transformariam em um jogo, com algumas afirmações bastante ousadas vindas da turma.

Inspirado no próximo Lies of P, que é uma versão ao estilo Bloodborne da história de Pinóquio, aqui estão os contos infantis que os funcionários do Play pegariam e moldariam em um videogame. Já estamos arrepiando pensando em algumas dessas adaptações de Grimm...

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Rachel Watts, redatora da equipe

'CONTOS DE FADAS ALEMÃES SÃO PERFEITOS PARA ADAPTAÇÕES DE HORROR.'

Qualquer conto de fadas dos irmãos Grimm daria um excelente jogo de terror assustador, mas fofo, e Hansel And Gretel seria minha primeira escolha. Adoro jogar jogos de terror com os amigos e, portanto, minha adaptação da história seria uma aventura cooperativa para dois jogadores no estilo de Brothers: A Tale Of Two Sons meets Little Nightmares. Haveria elementos furtivos para quando os irmãos precisassem escapar da madrasta e do pai lenhador, elementos de quebra-cabeça para colocar as migalhas de pão e, é claro, uma luta de chefe contra a bruxa.

Miriam McDonald, Editora de Operações

'O SR SAPO VAI chutar alguns vagabundos de doninha peludos.



Afastem-se, Noctis e companhia, porque alguns amigos melhores vão fazer uma viagem de RPG. Gentle Mole, amante da água, capaz Ratty e impetuoso, amante de velocidade Mr Toad estão fora para atravessar um mundo mais familiar do que Eorzea, mas não menos característico. The Wind In The Willows tem tudo: desafios de condução em um carro roubado, o perigoso Wild Wood que está cheio de rostos malignos (batalhas aleatórias ahoy!), uma fuga furtiva da prisão disfarçada de lavadeira, roubo de cavalos e até uma batalha final ( com alguma ajuda do sábio e velho Badger) com as doninhas malvadas que tomaram conta de Toad Hall.

Oscar Taylor-Kent, editor

SUBIR NA ÁRVORE DISTANTE PODE SER UM DESAFIO POR SI MESMO

Esqueça a Queda da Babilônia. A única coisa fantasticamente grande que eu quero escalar é a árvore distante da série de livros de Enid Blyton. A árvore gigante, com casas no tronco e terras em constante mudança no topo, é mágica. Mas algo sempre me pareceu suspeito sobre Moon-Face, um dos habitantes da terra acima. Esta seria uma escalada árdua e cansativa, levando as crianças a uma perigosa subida gerada processualmente que se torna mais perigosa à medida que você se aproxima do topo, onde a criatura de cabeça redonda espera por um desafio final e brutal.



Somente depois de subirem na árvore eles podem se livrar dos pesadelos que os aterrorizam. Mas com Moon-Face derrotado, seu personagem olha para uma poça de chuva e descobre que sua própria cabeça se tornou esférica. O ciclo sempre continua, e você se torna o chefe de outro jogador

Jessica Kinghorn, editora de jogos

ESTRANHO, CRUEL E INCOMUM – CONTOS DE FADAS E VIDEOGAMES SÃO A COMBINAÇÃO PERFEITA.

Os contos de fadas servem bem como embrulhos narrativos maleáveis ​​em torno da mecânica do jogo. Muitos acham que as versões mais conhecidas desses contos, conforme coletadas pelos Irmãos Grimm, são violentas demais para serem histórias de ninar para pequeninos modernos, mas talvez elas se encaixem bem em outro meio. Qualquer folclorista que se preze dirá que há muito mais para desenhar além dessas coisas de Grimm, mas apenas imagine: Chapeuzinho Vermelho como um jogo furtivo. Branca de Neve e os Sete Anões como um simulador de namoro. Hansel And Gretel como um jogo de quebra-cabeça no estilo Hitman, onde você corre contra os dados fantasmas um do outro enquanto tenta enfiar a bruxa no forno - os designs se escrevem sozinhos!