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Você poderá um dia me perdoar? resenha: 'Melissa McCarthy é uma revelação deselegante e determinada'
Nosso Veredicto
As performances poderosas e sem vaidade são a coisa real nesta cinebiografia agridoce.
GamesRadar+ Veredicto
As performances poderosas e sem vaidade são a coisa real nesta cinebiografia agridoce.
Trocando sua marca registrada por crimes literários e bebida durante o dia, Melissa McCarthy é uma revelação deselegante e determinada neste envolvente conto da vida real do audacioso golpe dos anos 90 do autor Lee Israel. Não confunda o rico e melancólico estudo de personagem da diretora Marielle Heller, no entanto, com um filme de reforma de meia-idade no estilo Life of the Party.
O cáustico Lee de McCarthy, um biógrafo de celebridades sem um tostão com uma personalidade tóxica, não consegue um emprego ou uma folga até que vender um agradecimento do showbiz revele que há muito dinheiro nas cartas de pessoas famosas. Logo ela se torna uma fábrica de falsificações de uma só mulher, criando centenas de missivas falsas de Noël Coward et al em velhas máquinas de escrever e papéis timbrados envelhecidos no forno. Alistando falido golpista Jack Hock (um barnstorming Richard E. Grant) enquanto sua cerca transforma o filme em uma alcaparra engraçada e triste, completo com roubos de arquivos e vendedores de livros chantagistas.
O roteiro afiado de Jeff Whitty e da rainha indie Nicole Holofcener é bem matizado sobre a solidão gay da meia-idade e as últimas chances, com Heller envolvendo uma Nova York dos anos 90 manchada de fumaça de bares sujos, livrarias e ruas frias ao redor da dupla. O verdadeiro prazer, porém, está nos fraudadores rudes e engraçados de McCarthy e Grant, dois perdedores cínicos encontrando refúgio um no outro. Grant injeta uma mistura de charme e podridão na agitação de Jack, mas é o espinhoso, vulnerável e corajosamente egoísta Lee de McCarthy que sela o acordo do filme.
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- Data de lançamento: Já disponível (EUA)/1º de fevereiro de 2019 (Reino Unido)
- Certificado: R (EUA)/15 (Reino Unido)
- Tempo de execução: 106 minutos
4 de 5
Você poderá um dia me perdoar? resenha: 'Melissa McCarthy é uma revelação deselegante e determinada'
As performances poderosas e sem vaidade são a coisa real nesta cinebiografia agridoce.
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